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Beatriz Aguiar: catarina, casada, quase uma trintona. Vícios assumidos em nicotina, cervejas especiais, tatuagens, cafeína e Pink Floyd. Trata bicho como gente e “certa gente” como bicho. Tem como um filho, o quatro patas peludo mais lindo e louco desse universo, o Gilmour. Criou esse “treco online” pra esvaziar um pouco a mente já que às vezes isso é necessário. Falar sobre comportamento, fotografia, música, viagens (no verdadeiro sentido do verbo ‘viajar’) e mais outras mil variáveis que rondam o imaginário de uma quase balzaquiana.

Mas com certeza vai fazer aqui o que mais gosta: filosofar sobre a vida. Textos e mais textos. Apenas. E não, não vai rolar aqueles super tutoriais, muito menos posts duvidosos sobre marcas caras ou coisas do tipo, até porque pra ela menos sempre foi sinônimo de mais — e dinheiro não dá em árvore. Seria realmente uma péssima idéia repassar esse tipo de informação, já que a descrevem como “uma mulher com alma masculina” (apesar de saber costurar e pilotar um fogão, vai entender). Nas palavras de amigos mais próximos possui uma “sinceridade inconveniente”. Bizarro ou não, convive com isso há 29 anos. E sim, além de tudo isso ela ainda escreveu a postagem de estréia na terceira pessoa. E baseada na antiga lei ortográfica.

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