NAS REDES

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2 anos completos do blog no ar

Dia 10 de fevereiro de 2015 publicava o meu primeiro texto aqui no blog. Tive outros blogs que nunca divulguei por vergonha — pura viagem — e consequentemente pouco escrevi neles. O Since85 é especial demais pra mim. Foi através dele que conheci um punhado de gente bacana e abri a mente para várias coisas novas que com elas acabei me redescobrindo. Por isso o Since85 tem um lugar cativo no meu coração. ♥

Eu havia largado os livros há algum tempo quando criei o blog. Lia um livro e outro, mas não mantinha uma rotina de leitura desde os tempos do colégio. E foi o Since85 que me apresentou vááários apaixonados por leitura com blogs literários incríveis pra caralho. Até que um belo dia, um desses apaixonados por livros escreveu um post indicando o que ler nas férias. Veja só, voltei a ler adoidado e nunca mais parei. ♥

O resto seguiu a ordem natural.

Por causa dessa volta à leitura, fiz uma parceria bem bacana com a editora Belas Letras. Foi um prazer inenarrável essa relação! Acabei não renovando porque neste ano pretendo me manter bastante ocupada. Escrevendo, óbvio! Vou concentrar a minha escrita aqui no blog e em um outro projeto de longo prazo que inventei. Aí como a Belas Letras é maravilhosa e merece parceiros com tempo de sobra, cedi meu lugar para outro blogueiro literário ocupar.

Viu como sou uma pessoa legal? :]

O blog começou quietinho e sem tanta procura, aos poucos, ele foi crescendo muito em números e bombando na busca do Google. Então me pediram media kit por e-mail, perguntaram quanto eu cobraria por um publipost e bibibi. Aí que parei e entrei em crise total, travei. Eu gostaria de ganhar dinheiro, não vou mentir, mas assim? Não, muito obrigada! Não é o propósito do MEU blog. Quero continuar com um blog pessoal, escrevendo por pura paixão à escrita e não apenas por $$, o que inclusive, deixaria o blog muito feio. Eu sei porque muita gente já se perdeu por isso.

Não quero isso pra mim.

Enfim! Quero compartilhar umas postagens minhas pelas quais tenho um carinho especial e que me fazem continuar escrevendo aqui. Sim, as que me dão orgulho reler. HAHAH ♥ Bóra lá?

Mais da mesma foi a abertura do blog, onde me apresentei e expliquei — ou tentei explicar — o que rolaria por aqui. Mas para variar, desde o início fui um pouco confusa. Normal, quem me conhece sabe!
Em seguida, coloquei o primeiro texto com um tema que faz parte da minha vida há um bom tempo. A alegria e a dor de uma saudade fala sobre a saudade que tenho da minha mãe de modo bem pessoal. Para quem se considerava uma saudosista inveterada, hoje sou infinitamente mais saudosa.

Outras publicações especiais e que recomendo:

INESQUECÍVEIS ♥

David Gilmour em Curitiba
Guns N’ Roses Not In This Lifetime Tour (vlog da viagem/show)

TEXTOS PESSOAIS

O meu obrigado aos amigos que já perdi
Bolo com sabor de felicidade
31 e eu envelheci.
Intensa, como a vida deve ser
Há sete anos, eu me encontrei
Uma carta aberta ao meu passado de 10 anos atrás
Saudade, meu sobrenome do meio

CONTOS, CRÔNICAS E POEMAS ♥

Num outro dia
Meu lugar (poema)
Crônica de inverno quente
Se eu quiser (poema)
Rotina
Silêncio necessário
Pequeno grande Frankie

Deu orgulho parar e selecionar as publicações que me encantaram vê-las prontas nesses dois anos de blog. E isso é um baita tapa na minha cara. Ver que mesmo depois de 2 anos não desisti do blog e, que por conta dele tenho trabalhado a minha escrita e retornei de vez ao universo dos livros. Por último e mais importante: quero agradecer você que tá sempre por aqui. Agradecer ao meu marido que é um super parceiro, minha irmã Angélica que é minha grande incentivadora, ao meu amado grupo ‘Vai um Café’ que são mais que especiais pra mim.

Me ajuda muito saber que não tô sozinha nessa. ♥

E aí? Arrisca algum post do Since85 que mais gostou nesses dois anos!?

Um abraçasso de dois anos!

Para quem eu escrevo e porquê?

Escrevo primeiramente para mim.
Preciso organizar as ideias e as expôr, tudo através da escrita. Simplesmente me delicio quando surge um novo texto que seja tão agradável aos meus olhos. De verdade. Sou daquela que lê mil vezes o que escreve e com a maior paixão como se fosse a primeira vez. Quando alguém se identifica e me agradece porque ‘o texto veio na hora certa’ ou ‘estava precisando dele’, olha, não existe palavra no mundo que classifique o sentimento do meu coração. ♥

Escrevo por mim, mas também escrevo por infinitos outros motivos.

Quando a cabeça desnuda sem pudor e canaliza todo esse meu oceano de sentimentos antes de criar e durante a escrita, me sinto verdadeiramente renovada. Quantas mágoas antigas joguei fora escrevendo. E acredite: já perdoei pessoas que me magoaram enquanto escrevia. Por isso dizem: a escrita é uma terapia. Um trabalho árduo em algumas centenas de vezes, porém, recompensador no final. Amadureci o que faltava quando passei a escrever com frequência aqui no blog.

Pois é, foi escrevendo que consegui me encontrar da melhor maneira.
Também escrevo para as outras pessoas. Principalmente pra você que me lê nesse momento. :)

O Since85 tem milhares de visitas mensais, mesmo eu nunca criando uma rotina constante de posts. É isso o que me deixa contente, não vou mentir. Já ganhei vários livros e isso me deixou mais que feliz e realizada, nunca ganhei um centavo sequer, poderia mas a intenção principal não é essa. O motivo que me deixa ainda mais contente é que os posts mais acessados até hoje são os de cunho pessoal e alguns textos meus.

Ou seja: o público aparece aqui para ler o que tenho a dizer. Quer melhor motivo para não parar de escrever!?

Escrevo para quem frequenta o blog mas também para quem nunca poderá frequentá-lo. Tu pode até estar achando estranho, mas com a escrita sinto minha mãe muito mais perto de mim. Na escrita ela se mantém viva aqui nesse plano terrestre sem graça, é em cada palavra que escrevo sobre ela que deposito as lembranças doces que carrego.

E sinto meu coração cheio de amor; é isso; escrevo para sentir meu coração cheio de amor.
Escrevo porque o meu coração precisa.

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Obs: Finalmente 2017 aqui no blog. A época de dezembro é uma doideira só, mas para o meu deleite e nossa alegria, em seguida veio as merecidas férias de janeiro. Não abro mão de descansar a cabeça sem compromisso algum. Apenas li meus livros durante as férias! Vai ter post falando sobre. ;]

Partindo desse ponto que a queridona Jubs do blog L’Explorateur e participante — mega engajada — do nosso grupo lindo teve a brilhante ideia de um post coletivo. Assim voltaríamos todos juntos em 2017! Quero agradecer também a Lari do Yellow que sempre cuida tão bem do grupo quando estou off da internê. ♥

Um abraçasso cheio de 2017 e coisas novas!

No último fim de semana — mais uma vez! — assisti ao filme Quase Famosos na Warner. ♥ Aí pensei “como nunca falei sobre ele no blog? COMO!?” HAHA. Ele é de longe o filme mais fiel ~ E FODA PRA CARALHO! ~ dos filmes que mostram o que rolava em torno do Rock setentista. Festas e mais festas, brigas de egos constantes, groupies por todos os lados, muito Rock, muitas drugs, e muitas.. mas muuuuitas viagens ácidas. HAHAHAH

DADOS DO FILME:

Ano: 2000
Gênero: Comédia dramática.
Elenco:
 Patrick Fugit, Billy Crudup, Kate Hudson, Jason Lee, Frances McDormand, Zoey Deschanel, Jimmy Fallon.
Sinopse: Um fã ávido por Rock’n’roll consegue um trabalho na revista americana Rolling Stone, para acompanhar a banda Stillwater em sua primeira excursão pelos Estados Unidos. Porém, quanto mais ele vai se envolvendo com a banda, mais vai perdendo a objetividade de seu trabalho e logo estará fazendo parte do cenário rock dos anos 70.

Stillwater

Stillwater, banda fictícia do filme.

OPINIÃO:  É obrigação para todos jornalistas musicais (alô, Lari! <3) e todo grande fã de rock n’ roll assistir a esse filme super bem recebido pela crítica especializada. Sério. Autobiográfico, é através dele que o diretor e roteirista do longa nos conta sobre o seu início como crítico musical na revista Rolling Stone. Fora das telas, ao invés de viajar com a Stillwater — banda do filme —, Crowe aos 15 anos de idade acompanhou o grandioso Led Zeppelin em uma de suas turnês! Foda, não é mesmo?

O longa metragem possui inúmeras referências à banda, como por exemplo, quando a Stillwater contrata um empresário renomado e tocam pela primeira vez um show agenciado por ele. Segue a cena dentro do carro com os integrantes enquanto o sol entra pelas janelas, alternando com a paisagem de Nova York. Nesse instante lembrei de The Song Remains the Same, DVD do primeiro show dos Zeppelin na América. Um fato engraçado é o guitarrista da Stillwater gritar em cima de um telhado chapadão de LSD: “Eu sou um Deus dourado!“, enquanto na vida real (ou quase real! porque, né) foi dito por ninguém menos que Robert Plant. Obs: Eu queria ter visto isso!

O baita choque no guitarrista da Stillwater quando ele encostou no microfone durante o show, caindo duro no chão no meio do palco aconteceu fora das telas também: Eu sei que esse lance rolou com o Keith Richards, guitarrista dos Rolling Stones. Já sacaram que esse filme é uma enciclopédia do Rock, né?!

Outro destaque é a personagem Penny Lane, nome-referência ao título da canção dos Beatles e à imagem da groupie Bebe Buell (mãe da Liv Tyler e groupie mór dos anos 70). Talvez ela seja uma fuga do estereótipo comum de como são vistas até hoje, dando uma leve ‘humanizada’ em Penny no decorrer da história. Mostra o lado B da parada: a groupie que se apaixona verdadeiramente por seu amante rockstar. E o figurão é Russel Hammond (será que o sobrenome surgiu da marca Hammond?), guitarrista da Stillwater, cara bem estilão anos 70.

Quase Famosos o filme

Russel Hammond, William Miller (personagem que retrata a vida do diretor) e Penny Lane.

O filme carrega personagens maravilhosos (que parecem ter vida própria fora das telas), um figurino impecável extremamente de acordo com a época, inúmeras referências aos grandes artistas da década de 70 e… música, muita música boa como trilha sonora. ♥ Eis a fórmula perfeita para um filme encantador como Quase Famosos.

CONSIDERAÇÕES FINAIS: Amo Rock dos anos 70 e não é segredo pra ninguém que me conheça. Todas as bandas que me influenciaram musicalmente foram grandiosas nessa época: Beatles, Pink Floyd, Led Zeppelin. Época do som mais cru e psicodélico, porém muito amadurecido em cada uma das bandas. Acho que se escolher alguma delas que transpareça tudo que está relacionado ao rock dos anos 70 (e que mostram no filme), sem dúvida seria Led Zeppelin. Não à toa, é todo baseado nas vivências do diretor-roteirista de “Quase Famosos“, Cameron Crowe, principalmente durante essa turnê com os Zeppelin.

EXTRAS: ~ A banda Stillwater, é a mistura dos três grupos que o diretor adora: Led Zeppelin, Allman Brothers e Lynyrd Skynyrd~ Quase Famosos teve trilha sonora criada pela guitarrista Nancy Wilson, do grupo de Rock (também 70’s) Heart, Nancy era esposa do diretor na época em que o filme fora produzido. ~ O grande ator Seymour-Hoffmann interpreta o verídico Lester Bangs, crítico que faleceu em 1982 e é considerado nos Estados Unidos um dos ‘papas’ do jornalismo musical. ~ O empresário da banda é o JIMMY FALLON! Não tem como não rir dele de empresário-musical-figurão. O editor da Rolling Stone que aparece no filme realmente existiu: Ben Fong-Torres foi o editor chefe da revista entre a década de 70 e 80:

ben-fong-torres-paul-mccartney

Beng Fong-Torres e Paul McCartney.

O filme é simplesmente incrível e recomendo sem medo algum.
Você já viu? Conta pra mim 😉

Um abraçasso, Feliz Natal e um 2017 muito melhor para todos nós!

Foi um misto de sentimentos.

Mas consegui me manter calma até duas semanas antes do dia 17/11. Depois, o que rolou foi uma ansiedade tremenda e aquele friozinho na barriga de “putz, vou ver a banda da minha vida!”.

E não dá pra explicar.

Sei que estas palavras não expressarão nem metade de tudo que senti junto dos quase 40 mil fãs. Foi como se eu tivesse tomado socos e chutes durante as quase 3 horas de show. Saí tonta da Pedreira Paulo Leminski. Acho que um resumo bacana seria dizer “saí de alma lavada” desse show. Pulei, cantei (o show inteiro, bem doente mesmo!), dancei e sofri demais, principalmente porque ando com problemas na coluna. Mas taquei um foda-se. Bem ao estilo Bia das antigas fã do GN’R, talvez quando o politicamente correto ainda não assombrava tanto a sociedade.

Deixo aqui o vídeo que fiz com um resumão “prático” do que foi esse show. Se quiser conferir, não vai se arrepender!

AGRADECIMENTOS:

Meu marido, Deny, que é o maior parceiro que eu poderia ter ao meu lado. Te amo!
Luana e Chayrlon, nossos cunhados mega parceiros que foram com a gente no show e nos receberam em Curitiba;
Ao meu pai, Jonny, que me liberou do trabalho. Baita patrão! Amo demais. <3
E os meus irmãos, que me fizeram gostar TANTO dessa banda desde bem pirralha. Queria muito que vocês todos tivessem ido. Mas de certa forma estavam, no meu coração e em pensamento! ♥

Abraçasso

Ilustração: Pinterest

Como diz o título, outubro chegando ao seu fim.

Junto dele, chega também 1 mês de hiato aqui no blog. Nunca fiquei tanto tempo distante desse canto.
Mas tem coisas que não sabemos explicar, simplesmente acontecem e finish — assim como o mês de outubro. Não, eu não tô aqui escrevendo um post para me desculpar, acho que não precisamos mais disso. Apenas não consegui publicar mais nada por sentir falta de algo. Sem outras desculpas dessa vez.

Coloquei em questão coisas minhas, a importância para outras pessoas do que digo por aqui e talvez tenha desanimado um pouco, não sei exatamente dizer ao certo. Posso estar somente afim de mudar o rumo das coisas, de projetos que dedico o meu tempo. Eis o eterno ciclo do ser humano: reciclar-se. E não tenho encontrado sentido em escrever aqui e expôr meus pensamentos, as minhas vontades, meus devaneios solitários.

Demorei pra terminar a leitura do último livro, diminui muito o ritmo. São coisas que quando o ano se aproxima do fim influencia na nossa vida. Com pouca energia, já desgastado da rotina diária e o novo ano próximo, novos planos começam a pairar sobre a nossa cabeça. Então temos a mistura perfeita para nos ausentarmos das coisas que gostamos (ou que amamos). Arte da procrastinação.

Realmente amo esse lugar, amo falar sobre minhas coisas e amo ter um feedback das pessoas. Amo tudo o que esse canto me trouxe. O fato de ter deixado de lado alguns medos e receios, encontrar novos amigos. Tudo por conta de estar aqui. Talvez não esteja sendo mais o suficiente nesse momento. Não sei por mais quanto tempo vou ficar nesse ‘chove-não-molha’. Me sinto numa roda gigante nessa situação, num dia em cima e no outro embaixo. Um eterno sobe e desce. Não quero isso no blog.

Problemas aparecem e coisas acontecem, nossa cabeça muda, nosso foco é direcionado para o sentido oposto e a bagunça está feita. A verdade é que nunca gostei de nada por obrigação. Quando o meu coração sentir aquela vontade, aquela de verdade, eu apareço aqui. Não vou sumir.

Prometo. ♥

Quero agradecer quem sempre me apoia e deixar esse aviso. E por favor, não vá pensar que sou egoísta. Só quero um tempo para outras coisas, um pouco mais de desafio pra apimentar a vida.

Não tenho culpa de ser uma metamorfose ambulante.

Oi, pessoal :)

Lembram da resenha de O Lado Bom da Vida aqui no blog? Então, no fim do post falei do desejo de assistir ao filme. Pois bem, assisti e me decepcionei. Vai de cada um é claro, isso é questão de gosto mas juro que não entendo porquê a Lawrence ter ganho um Oscar com ele. HAHAHAHAHAH #polêmica

Juntei forças e fiz um vídeo pra falar sobre as diferenças que houve livro/filme, mudaram tanto a história que me deixou muito indignada. E muito mesmo! Tinha que registrar a minha insatisfação! Ah, não deixem de se inscrever no canal para acompanhar na íntegra outros vídeos futuros, já que nem sempre publico de imediato os meus últimos vídeos por aqui. VÍDEO SEM SPOILER.

SIGA NO YOUTUBE: /CanalSince85

Concorda? Não? Já leu o livro ou viu o filme? Bóra debater!

Um abraçasso

Pessoas broxantes, meu último vídeo no YouTube!

Oi, meu povo! Tudo certo? Sei que dei uma sumida mas cá estou eu para convidá-los mais uma vez a conhecer o meu cantinho lá no YouTube, o www.youtube.com/CanalSince85 aproveita e já se inscreve :)

Decidi colocar dois vídeos por mês, pois comentaram que desapareço do YouTube e ficam com saudades de mim, entonces pra não morrerem de saudades de minha pessoa: PUBLICAREI DOIS VÍDEOS POR MÊS! Admito que não levei muito à sério gravar vídeos pro YouTube e tinha uma certa vergonha, mas é tão divertido gravar e produzir o conteúdo que tomei gosto e quero levar no capricho. Ah, dois vídeos por mês tá ótimo, né?

Sobre o vídeo: postei no último dia 9 esse pequeno desabafo, num dia que eu estava muito brava (leia-se puta da cara) e aproveitei pra falar o que estava engasgado. Já aconteceu comigo algumas vezes, não foi uma e nem duas. Chega uma hora que enche o saco, né? Aliás, quem nunca? Pessoas broxantes estão por todo lugar, prontas para destilar o veneno do desânimo e assim tirar os nossos planos e os méritos das nossas conquistas. Merecem ouvir tudo que é dito nesse vídeo.

Concorda? Então taque um foda-se e comemore cada pequena nova conquista, VOCÊ TEM ESSE DIREITO!
Bóra dar um play e contar o que achou desse vídeo? :))

Um abraçasso.
(e beijos de luz, muita luz para quem vive de broxar os outros!)

Oi, pessoal. Lembram do vídeo Recebidos de Julho no canal do blog? Ah, aproveita e se inscreve lá! youtube.com/CanalSince85 HAHAHAHAH! Então, li o primeiro livro do Book Haul e fiquei simplesmente encantada. De início fui um pouco relapsa com a leitura, mas quinta-feira li as últimas 100 páginas do livro de tanta curiosidade em saber logo o final. E segue a minha resenha — como sempre — sem spoiler. :))

Título original: Silver Linings Playbook
Gênero: 
Romance, Drama
Autor:
Matthew Quick
Editora: 
Intrínseca
Páginas: 
254
Ano:
2013
Onde encontrar: Saraiva | Submarino | Americanas | Livraria Cultura

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Resenha

O livro conta a história do perseverante Pat Peoples, um ex-professor de 30 anos internado em uma clínica psiquiátrica. Lá, ele passa algum tempo sem saber o motivo que o levou para esse “lugar ruim”. Carrega apenas um objetivo em mente: reconquistar sua esposa Nikki. A única lembrança que ele tem sobre Nikki é que ela quis “um tempo separados”. São coisas que você vai ver Pat repetir diversas vezes durante o livro: sobre o tempo separados e o lugar ruim. Ah, e Kenny G também. HAHAHAHAH

Quando Pat finalmente sai da clínica com a ajuda da mãe, Jeanie, recebe também todo o apoio e proteção dela. E ela vai fazer de tudo pela recuperação do filho, incluindo abafar informações sobre o tempo exato que ele passou na clínica, as fotos de seu casamento com Nikki e qualquer outra coisa que pode afetar o psicológico abalado do filho. Já Patrick, o pai de Pat, é linha dura e não cede às conversas que o filho insiste em ter. É um homem fechado e de poucas palavras, sendo os únicos momentos ‘pai e filho’ (e raramente) durante os jogos dos Eagles, o time de coração dos homens da casa Peoples.

Aos poucos, Pat vai descobrindo informações e ao mesmo tempo em que ele tenta digerir e preencher o quebra cabeças de sua vida, ele se dedica totalmente aos exercícios físicos e leituras de clássicos americanos. Tudo para quando acabar o “tempo separado” ele ser um marido melhor para Nikki. No meio do caminho vai encontrar um terapeuta-amigo, o Dr. Patel, que vai ajudá-lo muito em sua busca pela boa saúde mental outra vez, reencontrará pessoas importantes como Jake, seu irmão mais novo e Ronnie, seu melhor amigo desde os tempos da faculdade. É interessante o processo de incluí-lo outra vez na vida social que tinha.

E em meio a tudo, vai reencontrar Tiffany Maxwell: irmã da esposa de Ronnie e agora viúva. Pat realmente perdeu muitas coisas desde que entrou no “lugar ruim”. Entre eles passa a rolar uma amizade de poucas palavras, algumas discussões e várias crises diante dos problemas que ambos enfrentam. E Tiffany decide acompanhá-lo em suas corridas matinais e Jeanie o incentiva a levá-la para sair. Apesar do nítido desequilíbrio de Tiffany, Pat se sente próximo porque ela é a pessoa que pode entender de verdade o que ele tem passado com a perda de seu grande amor (por conta do “tempo separados”) e a debilitação da sua saúde mental, já que Tiff ainda vive seu luto.

Ao longo da história, Tiffany poderá se tornar uma peça importante na reconciliação de Pat com Nikki, mas apenas se ele lhe der algo em troca. Será que todo esse mistério por trás do que aconteceu com Pat, a separação de Nikki, as crises ao ouvir ‘Songbird’ ou apenas o nome Kenny G será esclarecido? Pat poderá realmente confiar em Tiffany?

Considerações Finais

Um livro surpreendente. Várias vezes me vi ‘enganada’ pelo enredo acreditando saber o final ou o que aconteceria no próximo capítulo (sou dessas!), mas Quick conseguiu me embasbacar durante esse romance/drama. Fora que o livro aborda um tema que me acerta em cheio no coração: família e esperança; perseverar incessantemente diante das situações difíceis. A esperança move Pat de um jeito comovente, o amor e a dedicação em recuperar a sua antiga vida e seu grande amor, comove quem acompanha toda a história. Quando via essa capa com os atores, admito que não me atraía a leitura. Mas “O Lado Bom da Vida” foi uma grata surpresa pra mim, é aquele livro que quando termina deixa um pequeno vazio. Se tem algo que Pat nos ensina nessa história é que devemos ser os protagonistas do filme de nossas vidas, perseguir incansavelmente a felicidade para termos nosso final feliz e que até mesmo as situações ruins podem nos ensinar algo de positivo. Pat é puro otimismo — quer lição melhor do que essa?
A única coisa que senti falta foi um desfecho da relação de Pat com o pai, gostaria de saber o que rolaria entre os dois, já que o pai de Pat aos poucos foi cedendo na relação e dando mais chance para o filho.

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Nem preciso dizer que fiquei morrendo de vontade de assistir o filme, né? Foi nele que a Jennifer Lawrence ganhou o Oscar de melhor atriz em 2013. Porém receio me frustrar como na maioria das vezes quando leio o livro antes do filme. Quem aí já leu a história, viu o filme ou tem vontade de ler/assistir? Conte nos comentários :))

Abraçasso.

E aí, pessoas. Sei que o blog day foi no dia 31 de agosto porém não tive como postá-lo aqui antes. É o tipo de post que exige mais dedicação, não queria fazer um post qualquer com indicações apenas. Tem muito blog bacana nessa vasta blogosfera, mas resolvi escolher os melhores posts do BEDA de cada um desses blogs que são verdadeiras inspirações pra minha vida — e que eu roubaria pra mim também HAHAHAHAH!

Blogs que acompanho de perto, que me dão muita força sempre e que eu me identifico horrores. Bóra lá?

Clara - Leuxclair

Clara, Leuxclair
A clara é uma linda e me identifico tanto com ela. Como ela disse nesse post aqui é como se a gente fosse irmãs separadas, uma no RJ e a outra em SC, ainda bem que existe a internet, né!? Simplesmente amo as composições de suas fotos, acho mega estilosa, segura com seus cachos empoderados e o amor lindo que ela carrega pelo maridão dela. Somos parecidas mesmo ♥ Baseada exatamente nisso, esse post onde ela conta Vida à dois: O começo. Foi tão gostoso saber como tudo começou entre ela e o Brayan. Gentchi, o nome do marido dela é diferentão e tem “Y” igual ao do meu marido. #MEDO, hahaha! E não tem como indicar apenas um post-BEDA da Clara, recomendo também a leitura de Vamos conversar sobre não ter uma pele perfeita?, por conviver com a rosácea eu me identifiquei muito. Ela fala de uma maneira bem particular sobre auto estima, vaidade e como ela cuidou do problema na pele dela.

Raquel - Brulha la Luna

Raquel, Brilha la Luna
A Luna é linda/bordadeira/gateira. E o blog dela é mais um desses que roubaria pra mim. Nem sempre tenho tempo de comentar em todos os blogs que adoro, mas volta e meia me pego lá dando uma conferida nos posts tão bem elaborados e lindos, resultados nítidos de tanto amor.
Vários posts da Luna de outros meses caberiam aqui, mas tenho que escolher do BEDA e a boa notícia é que a Luna tem posts bons sempre! Dois me chamaram mais a atenção, um é o post Um abraço sincero e quentinho, onde ela fala sobre o início da história dela com o Bruno, seu namorado. Ai, ai.. são tão românticas essas meninas! ♥
O outro é o post Coisas da Luna, onde ela abre o coração e conta um pouco da vida e o que andou acontecendo de bacana ou não, pois sempre rola aquele carinho sincero nos comentários que a gente adora ler.

Erika - Descoisando

Erika, Descoisando
Simplesmente adoro essa mineira e me identifico muito com os pensamentos dela, as experiências. Talvez por termos idades próximas os aprendizados tenham sido parecidos. Inclusive ela bebe cerveja artesanal e curte o bom e velho rock n’roll ♥ essa mulher é incrível. Viajo nas palavras dela, o que mais gosto no blog dela é quando ela abre o coração pra falar da vida.. me vejo tanto na vivência dela, nos receios e devaneios que todas as trintonas – ou as quase trintonas – tem. Acho que nossa única grande diferença é a matemática. Crédo! HAHAHAHAH
Complicado é eleger dois posts apenas pra colocar aqui, tô com mil abas abertas, reli textos incríveis e alguns posts que ainda não tinha visto, porque sim abandonei o BEDA no início. Posso citar aqui duas postagens maravilhosas do BEDA: primeiro o Erika sem essência, onde ela se entrega de corpo e alma ao texto falando sobre si própria, eu particularmente amo essas análises. E a trilha pra ler, nada menos que um cover de Tears For Fears. ♥ Como boa romântica, tenho muito orgulho dessas meninas, olha que coisa mais amô o post O que eu mais gosto em você que ela escreveu pra falar um pouquinho de todo o significado que o Andre tem pra ela. Tão bom amar, né?!

Jamile - Viagens de Apartamento

Jamile, Viagens de Apartamento
Essa campineira que ama fones de ouvido — e que adora um mapa astral —, foi uma descoberta e tanto, chegou no nosso grupo quietinha mas conquistou meu coração assim que começou o BEDA. E ela mostrou que tem MUITO a dizer pra quem quiser ouvi-la. ♥ Não sei nem o que dizer sobre A magia do ser humano quando li, esse post me tocou tanto e resumiu muito o que é o nosso grupo: PESSOAS DE SENTIMENTO MÚTUO, UNIDAS, FALANDO SOBRE O QUE GOSTAM E SE APOIANDO. Isso tocou e aqueceu muito o meu coração, me fazendo ver quem é a Jami. You rock, girl! Além desse post teve um outro que dei boas risadas e cheguei a perguntar se realmente aconteceu de tão genial, leiam Um momento que sempre vou me lembrar.

Líley - Liley Carla

Líley, Liley Carla
Essa fotógrafa/mãe de gato, casada com o seu melhor amigo, ama o céu e sensível que só ela. Adoro a Lí porque ela sempre tem coisas maravilhosas pra passar, principalmente sobre simplicidade. Os posts dela que são um verdadeiro afago na alma, como o Pequenas grandezas, citando as coisas lindas que deixamos passar na maioria das vezes. E A vista da janela? Como eu disse no próprio post “Super aqueceu meu coraçãozinho nesse dia frio e cinzento aqui no sul”, hahaha. Obrigada. ♥
Não quero e nem posso deixar de citar aqui também mais um romantismo, a Lí falou sobre o maridão dela no aniversário dele em julho no Ele é aquele… e como amo um romance, nem ligo que seja de julho!

Joy - Feito Bailarina

Joice, Feito Bailarina
A Joy além desse sorrisão, é filha, mãe e duplamente emana sentimento. Assim, por todos os poros. Uma mistura de comédia brasileira com dramalhões mexicanos :)) amo ler os textos dela e acabei de encontrar mais um que ainda não tinha visto e fala exatamente sobre algo que vai sair num vídeo meu: Por uma internet mais humana é um texto obrigatório para quem vive na internet e às vezes expõe algo que não é respeitado. Seja uma opinião, um sentimento, um trabalho ou algo que criou. Mais respeito, por favor!
Como falei, a Joy é filha e foi nesse post que senti mais saudade da minha mãezinha. Deu pra sentir a cumplicidade que existe entre elas de longe em Queen R. A Joy mãe eu já conhecia mas acabei de encontrá-la novamente em Mais que vinte, onde ela fala sobre os medos e as maravilhas de ser mãe de um serumaninho lindo de 4 aninhos que faz aniversário.

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Ufa! Quanta gente linda e quanto sentimento nessas minhas indicações do Blog Day. Obrigada, meninas!
Quero também agradecer por terem compartilhado comigo tantas coisas bacanas, terem apoiado uns aos outros e por fazer minha vida cibernética mais feliz HAHAHAH ♥ Deixo também um mega beijo para todo o grupo Vai um Café que é a coisa mais incrível que já me aconteceu desde que comecei a blogar, por tanta gente bacana que tem lá pra dividir as coisas. Somos mais fortes juntos, com certeza. Queria ter falado de todos, mas o post seria enorme, quem sabe sai um Blog Day parte dois?

Abraçasso e bom fim de semana.

BEDA 2016

Janela Indiscreta: Resenha

Oi, pessoal!
Tenho me apaixonado cada vez mais pelo cinema antigo desde que comecei a assistir westerns da década de 40, 50 e 60. E ontem decidi assistir a esse clássico do suspense de Hitchcock do mesmo ano de nascimento do meu pai. Bóra conferir?

DADOS DO FILME:

Ano: 1954
Gênero: Suspense.
Elenco:
 James Stewart, Grace Kelly, Thelma Ritter, Wendell Corey, Raymond Burr.
Sinopse: Em Greenwich Village, Nova Iorque, o fotógrafo profissional L.B. Jeffries (Stewart) está confinado em seu apartamento por ter quebrado a perna enquanto trabalhava. Como não tem muitas opções de lazer, vasculha a vida dos seus vizinhos com uma lente tele-objetiva, quando vê alguns acontecimentos que o fazem suspeitar que um homem matou sua mulher e escondeu o corpo. Com a ajuda de sua noiva Lisa (Grace Kelly), Jeff vai tentar provar que está certo.

Opinião: Um suspense cotidiano, eu diria. Boa parte do filme mostra a rotina da vizinhança de Jeffries através da janela de seu apartamento, sem falas dos personagens. É aí que você se sente dentro do próprio apartamento com Jeffries, espiando vizinhos de um subúrbio qualquer. No roteiro, vários personagens diferentes sequer falam uma palavra durante o filme; pode parecer cansativo mas particularmente não achei. O jornalista de “molho” com a perna engessada e sem muito com o que se distrair passa seus dias espionando e desenvolve um interesse (e até um certo prazer) além do normal em especular sobre a vida dessas pessoas. Um trabalho psicológico admirável do ator, é perceptível o deslumbramento ao espioná-las na privacidade de suas casas.

Tudo começa quando na madrugada é acordado ao ouvir um grito feminino mas não consegue distinguir de onde veio. Mais tarde vê algo suspeito, o vizinho entra e sai de seu apartamento diversas vezes com uma maleta. O que teria na maleta? Por que ele perambula várias vezes na noite mesmo debaixo de chuva? Onde está a sua esposa? Diante desses “fatos”, Jeffries passa a acreditar veemente que seu vizinho, um simples vendedor de bijuterias, assassinou a esposa acamada e fica paranóico atrás de pistas.

Contando com a ajuda da namorada Lisa e de sua cuidadora Stella, tentam descobrir o que aconteceu de fato. A certa altura, o filme é um suspense crescente e nos 30 minutos finais é hipnotizador, você não consegue fechar os olhos com medo de perder algo. Será que Jeff estava mesmo certo quanto suas suspeitas?

Janela indiscreta filme

James Stewart (Jeffries), Grace Kelly (Lisa) e Hitchcock durante as gravações do longa.

Considerações finais: A habilidade de Hitchcock em pegar situações simples com cenários mais simplistas ainda, transformando-os assim em medo e tensão, é indiscutível. Suspense psicológico perfeito, nem de mais e nem de menos, na medida certa. Fora o elenco incrível de atores da época de ouro do cinema com vasto histórico de indicações e premiações no Oscar. Vale muito assistir, afinal, é um filme de Hitchcock: o mestre do suspense.

Alguém já assistiu? Me contem nos comentários.

Abraçasso

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