NAS REDES

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Hoje o dia amanheceu nublado e triste na minha cidade. Tempo cinzento mesmo.

Aí quando entro nas minhas redes sociais pra dar aquela conferida matinal rápida, eis a primeira notícia que vejo: Chris Cornell faleceu aos 52 anos de idade. Até a natureza já sabia disso.

Foi do nada assim. Inacreditável, né? Tô inconformada até agora.

Então resolvi deixar aqui minha homenagem pra esse cara mega talentoso que admiro tanto. Separei cinco músicas pra celebrar não a morte, mas a vida musical dele. Lembrando que o Chris é da leva grunge de Seattle. Mesma turma do Eddie Vedder (Pearl Jam), Layne (vocal do Alice in Chains, falecido em 2002) e Scott Weiland (vocal do Stone Temple Pilots, que faleceu em dezembro de 2015). É triste ver que através dos anos perdemos — e perderemos — muitos artistas talentosos e tão respeitados dentro do Rock.

Chris Cornell estava na ativa com o Soundgarden fazendo shows pelos EUA, ano passado fez uma turnê solo mundial e andou se reunindo esse ano com os caras do Audioslave, e especulavam sobre um possível trabalho novo. Vai ficar a saudade, e por isso mesmo não podemos deixar de lado todo o material incrível que ele nos presenteou.

Um até breve, Chris. (1964 – 2017)
Agora você é realmente o céu e a noite.

“Um anjo que caiu lá do céu ou algum presente de Papai Noel?
Personagem perfeita para um cordel
Tão simples e tão artista,
tão amável e altruísta

Santa, imaculada,
vive dizendo que ama a minha risada
Me embala com alma valente
desde o primeiro momento que surgi em seu ventre
Vela meu silêncio até que no sono eu caia profundamente,
mas é só ela sair que sua ausência meu corpo sente

Então ela volta
e me faz um carinho
me sinto tão pequenino!

Mãe é calor, é paz, é amor sem fim
Que qualquer temor torna-se pequeno quando estende sua mão para mim
Seus carinhos e sorrisos um verdadeiro farol a me guiar
E mesmo que não esteja mais aqui em terra firme será a estrela mais reluzente a brilhar

Mãe é sempre mãe
Em sua resplandecência, uma calmaria
Nas suas atitudes e conselhos, a melhor parte do nosso dia

Não existe nada mais rejuvenescedor que o amor de uma mãe
Para ela, crianças sempre seremos
até mesmo depois que crescemos
Bolo de banana no café e de brinde, um cafuné
Mas afinal, o que tem essa mulher?
Ela é mágica, angelical
Forte e vital

Ah, se as mães não morressem nunca.

Por algumas vezes penso e me lamento no mesmo segundo:
“Uma pena que Carlos Drummond de Andrade não tornou-se rei do mundo”

Beatriz Aguiar

(Na poesia ‘Para Sempre’ , Carlos Drummond de Andrade cita que se fosse o rei do mundo, colocaria uma lei: a de que mães não morrem nunca).

Poesia dedicada para a inigualável Abgail Costa Aguiar (1953 – 2010)

Que saudades, minha mãe.

imagem por Deny S. Trevisan

:: EDITORA ARQUEIRO & SINCE85 ::

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Quem acompanha a fanpage do blog lá pelo Facebook já sabe dessa nova parceria do Since. Mas no caso de algum leitor aqui do blog não acompanhar, dou a belíssima notícia através desse post também!

A Editora Arqueiro é uma super editora de livros de ficção de muito sucesso e entre seus escritores temos o mais que aclamado Nicholas Sparks. Incrível ou não!? Demais! E o Since85 vai representar a editora aqui na blogosfera, trazendo pra você lançamentos, resenhas e quem sabe participar de algum evento bacana também!

Lembram que no post anterior eu falava sobre o tempo que precisava longe do blog e os motivos que me fizeram voltar? Pois bem, um deles foi essa parceria maravilhosa. Outro desses (vários) motivos foi um feedback muito amor de uma menina que não conheço. Falou para uma amiga minha que ela me segue nas redes e que adora o blog, que nem imaginava que morávamos tão perto. São coisas assim que me fazem continuar! E claro, não preciso nem citar todas as pessoas (incluindo o maridão, as meninas do VUC e amigos) que me perguntaram quando eu voltaria pro blog e pro canal do Youtube. Pois é. Voltei, gente. Me aguardem! HAHAHA

E muito em breve terá mais Editora Arqueiro por aqui, portanto, fique de olho pra não perder nadinha.

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Mas hey, não fique chateadx! Tem Editora Arqueiro 24h por dia:

Site da Editora Arqueiro: editoraarqueiro.com.br
Facebook: /Editora.Arqueiro

Twitter: /editoraarqueiro
Instagram: @editoraarqueiro
Skoob: editora/21-arqueiro
Arqueiro na Saraiva: livros/editora/arqueiro

Abraçasso de quem está muito feliz por voltar com boas novas!

Andei off alguns dias aqui do blog. Bem.. foram semanas, né. Na verdade mesmo foi por um mês inteiro e um pouco mais, admito. Nunca fiquei ausente desse jeito, desligada total ao ponto de não acessar absolutamente nada nele.

Como todo mundo que me acompanha por aqui e me conhece um pouquinho, sabe que não suporto fazer coisas por obrigação, me causa o efeito contrário fazer por fazer. Sou mega-blaster-sensível com minhas vontades e perfeccionista demais. E aí que se não houver MUITA vontade em jogo, amor e entrega, a sensação de que fiz de qualquer jeito surge. E me frustra muito. Me deixa mal, bad vibes de verdade.

O que fiz? Sumi do blog, das redes e rolou um inferninho astral, coisa pessoal. Quem nunca? E parei de escrever, arrastei minhas leituras: Como não sentir culpa? Sempre senti a culpa presente na minha vida, acho que sou mestra nisso, posso dar aulas e palestras sobre ‘como se culpar mesmo quando não há motivos pra isso’.

Afinal, quem nunca se sentiu culpado por querer fazer mais do que pode? Estudar mais, criar mais, saber um pouco mais sobre tudo? Com o perdão da palavra, esse pensamento é uma merda. Só que dessa vez algo bom me surgiu: NÃO PRECISEI ME SENTIR CULPADA e não me senti. Simples! Tem uma frase que não lembro agora exatamente como é (novidade, sou péssima pra isso) mas que diz algo sobre olhar um quadro e ao não conseguir enxergar a beleza dele, precisamos nos distanciar e então entenderemos a sua grandiosidade.

É sobre isso que quero falar aqui: se não está contente com o que está fazendo, tire um tempo pra você. Não falo de horas, mas semanas ou até meses. Mude a rotina, vá assistir algo que gosta, leia aquele livro que você sempre quis começar ou saia pra dançar, faça trabalhos manuais, toque violão. Não sabe fazer nada disso? Viaje e conheça um novo lugar. Se preferir, faça nada também, oras.

Eu me permiti fazer outras coisas nesse tempo e acredito que isso me renovou, voltei a ter gosto em costurar, tô ouvindo música todo santo dia, fui em uma festa semana passada, tô tocando violão outra vez. Os dias passaram e nem percebi. Você vê como é importante cuidar do nosso INTERIOR e deixar de lado o sentimento da culpa e da cobrança?

Tudo é válido, menos se sentir culpado quando não há motivos pra isso.

Aí coisas bem legais aconteceram e me voltou a vontade de blogar, mas isso é assunto para um outro post!
Dê um tempo pra você e pra sua cabeça, não tem nada de errado nisso. Pra mim foi crucial ficar afastada do blog pra ver o quanto ele me faz falta. Caramba, tava mesmo com saudades desse cantinho.

Abraçasso

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